Em reunião com governador Eduardo Leite, FCDL-RS se posiciona pela pronta reabertura das atividades econômicas

12 de março de 2021
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Presidente Vitor Augusto Koch destacou que os 93 mil lojistas gaúchos estão sem condições financeiras para suportarem o cerceamento de suas atividades

 

O presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, participou nesta sexta-feira (12/03) de encontro virtual sobre as medidas de enfrentamento à pandemia que reuniu o Governador Eduardo Leite, deputados estaduais e lideranças empresariais gaúchas.

 

A reunião, solicitada pelo presidente da Assembleia Legislativa gaúcha, deputado Gabriel Souza (MDB) e pelo Grupo de Líderes Empresariais – LIDE RS, teve como tema central as restrições às atividades econômicas e o pedido feito pelos setores produtivos para que a reabertura aconteça antes do dia 22 de março.

 

Em sua manifestação no encontro, o presidente Vitor Augusto Koch lembrou que em junho de 2020 havia encaminhado uma série de demandas que, naquele momento, buscavam dar fôlego aos varejistas gaúchos, já bastante afetados pela crise econômica gerada em função da pandemia da Covid-19.

 

Entre os pedido feitos há quase um ano, estavam a viabilização de uma linha de crédito especial para os lojistas, com carência no prazo de pagamento, a fim de que os empreendimentos pudessem ter fluxo de caixa e condições de cumprir com os compromissos com fornecedores, colaboradores e pagar tributos. Também, o parcelamento do ICMS devido pela empresas, com juros baixos e que o teto de faturamento das empresas enquadradas no Simples Gaúcho, que é R$ 3,6 milhões, fosse igualado ao teto do Simples Nacional, que é R$ 4,8 milhões.

 

O presidente da FCDL-RS destacou, ainda, que recebe centenas de pedidos de lojistas diariamente apelando pela reabertura de seus estabelecimentos, tendo em vista que já não conseguem suportar a impossibilidade de trabalhar.

 

– Nossos companheiros lojistas estão no limite de suas possibilidades financeiras. Muitos estão com séria ameaça de fecharem suas portas em definitivo. Todos apostaram no rígido cumprimento dos protocolos determinados pelas autoridade de saúde e não podem ser penalizados por atitudes de pessoas que se aglomeram, que não respeitam os cuidados básicos para evitar a disseminação do vírus. Só em 2020 foram quase 10 mil estabelecimentos que deixaram de existir e 13 mil postos de trabalho diretamente ligados ao varejo extintos. Situação essa que tende a se agravar caso não exista a possibilidade de retomada das atividades com urgência – enfatizou Vitor Augusto Koch.

 

Os setores produtivos encaminharam uma série de demandas ao governador, que se comprometeu em avaliar junto ao Gabinete de Crise o que foi proposto e dar um retorno no início da próxima semana.

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