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Inverno com maior incidência de dias frios em 2018 deve impulsionar vendas do varejo gaúcho

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 Para a FCDL-RS a previsão de períodos mais longos de baixas temperaturas pode elevar em até 12% a comercialização de produtos na comparação com 2017

 

A perspectiva de que o inverno em 2018 apresente dias efetivamente mais frios do que os registrados em 2017, anima os varejistas gaúchos e gera a expectativa de que aconteça um incremento significativo nas vendas, especialmente de artigos como roupas e calçados.

 

De acordo com levantamento realizado pelo Departamento de Economia da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, a ocorrência de baixas temperaturas no inverno pode trazer um crescimento de até 12% na comparação com o mesmo período de 2017.

 

O presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, destaca que o saldo positivo de 43.460 postos de trabalho no primeiro trimestre de 2018 no estado, com expansão de empregos e aumento da massa salarial, são fatores que devem contribuir para a expansão das vendas nos meses de inverno. Além disso, com as recentes quedas da Selic, as pessoas que costumam poupar estão optando por adquirir bens de consumo e reforçando a comercialização de produtos no varejo gaúcho.

 

- O desempenho do varejo no inverno gaúcho evidentemente depende da maior ou menor intensidade dos dias frios. Nos últimos anos o Rio Grande do Sul deixou de contar temporadas longas de baixas temperaturas, o que, efetivamente, causa prejuízo nas vendas. O fato positivo é que os lojistas não têm mais realizado grandes estocagens, o que evita maiores prejuízos em períodos em que a demanda é fraca. Todos estão se readequando, especialmente por questões de dificuldades na logística – enfatiza o presidente da FCDL-RS.

 

Vitor Augusto Koch lembra, ainda, que os dias de frio intenso repercutem não apenas nas vendas de roupas e calçados, mas, também, no consumo de artigos como aquecedores e ar condicionados, além de produtos farmacêuticos, especialmente os antigripais.

 

Apesar do relativo otimismo, o presidente da FCDL-RS salienta que os percentuais de expansão podem ser menores por causa do impacto dos recentes aumentos dos preços dos combustíveis, o que reduz o poder de compra da população, que acaba gastando mais com esses produtos. Na avaliação do dirigente, o governo federal deve colaborar com a sociedade diminuindo a carga fiscal sobre os combustíveis, a fim de aliviar o peso sobre o bolso dos consumidores.

 

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