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Emprego no varejo gaúcho apresenta estabilidade em abril

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Levantamento da FCDL-RS indica que o setor começa a viver um lento processo de geração de novos postos de trabalho

O emprego no varejo gaúcho registrou estabilidade no último mês de abril, comparado ao mesmo período de 2016. Houve recuo de 27 postos de trabalho, índice considerado pequeno comparado à retração de 909 vagas no mesmo período do ano passado e 1.687 no ano de 2015. A análise da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul - FCDL-RS, é de que o indicador mostra o lento processo evolutivo da empregabilidade no segmento, mas que precisará passar imune a nova crise política instaurada no país. 

- Antes, tínhamos a expectativa positiva de que o segundo semestre do ano traria uma performance melhor da retomada do emprego no comércio. Para que isso se concretize, é importante que seja mantida a governabilidade da Nação, permitindo que a economia siga seu processo de recuperação - salienta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, em abril, as dispensas aconteceram em maior número em Porto Alegre, especialmente nos shopping centers e nas cidades litorâneas, por conta do final do período de veraneio e do encerramento dos empregos temporários. Passo Fundo, Pelotas e Sapiranga tiveram indicadores positivos na geração de novos postos de trabalho no varejo, por conta da retomada da intensidade do comércio local. Na totalização do mês, 314 municípios gaúchos registraram estabilidade ou alta no emprego varejista, diante de 185 com saldo negativo. 

Contrariando uma tendência de crescimento apresentada em janeiro, fevereiro e março, o emprego geral no Rio Grande do Sul registrou, em abril, retração de 3.044 vagas. Ainda assim, o primeiro quadrimestre do ano mostra um saldo positivo, com geração de 21 mil postos de trabalho. Vale lembrar que em abril de 2016 houve extinção de 7,4 mil vagas e, em 2015, queda de 7,3 mil. 

Outro aspecto a ser destacado é que o resultado em foco foi determinado pela sazonalidade agrícola do Rio Grande do Sul, com o final do uso intensivo de mão de obra para colheita das safras. A queda do emprego rural foi de 2.830 vagas. 

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