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Uso da inteligência é o melhor caminho para combater a informalidade

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Governador em exercício, Ranolfo Vieira Júnior, em reunião da comissão que trata do tema, falou da necessidade de se ampliar o trabalho contra a pirataria e produtos falsificados

 

Na reunião da Comissão de Combate à Informalidade, integrada por diversas entidades empresariais gaúchas, entre as quais a FCDL-RS, realizada na quarta-feira (05/06), na sede da Fecomércio-RS, em Porto Alegre, o governador em exercício, Ranolfo Vieira Júnior, apresentou os eixos de ação do Programa RS Seguro e destacou que é necessário o trabalho de inteligência para combater a informalidade e a venda de produtos piratas.

 

O governador em exercício salientou que a fabricação de cigarros clandestinos, aspecto que chama a atenção da sociedade pela grande circulação desse tipo de produto em território gaúcho, deve ser combatida a partir do local de fabricação e de como é feita a distribuição. Segundo ele, isso se responde com a inteligência.   

 

Ranolfo ainda enfatizou que o efetivo policial deve receber um considerável reforço a partir do segundo semestre, com 2 mil novos brigadianos atuando nas ruas em agosto e 425 policiais civis entrando em ação no mês de julho. Isso dará ao Estado condições melhores de combate à criminalidade.

 

A reunião liderada pelo coordenador da comissão e vice-presidente da Fecomércio, Daniel Amadio e pelo vice-coordenador, André Roncatto,  teve, também, a presença do deputado estadual Issur Koch (PP), que comanda a Frente Parlamentar de Combate à Pirataria, ao Contrabando e ao Descaminho na Assembleia Legislativa.

 

Para o deputado, a população precisa se conscientizar do que há por trás do comércio informal. O camelô fica com uma migalha dos vultuosos ganhos da pirataria e do contrabando. Quem lucra é o crime organizado, que só no ano passado trouxe perdas superiores a R$ 190 bilhões à arrecadação do País.

 

A economia subterrânea – informalidade, pirataria e sonegação –, movimentou R$ 76,48 bilhões no RS em 2018, de acordo com levantamento da Fecomércio - RS. Apenas em Porto Alegre, os valores chegaram a R$ 13,74 bilhões.

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