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Combate à pirataria deve e precisa ser intensificado

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Para a FCDL-RS é importante que a população amplie sua consciência em relação aos malefícios causados pela aquisição de produtos ilegais

 

O Dia Nacional de Combate à Pirataria, que transcorre em 3 de dezembro, é uma data importante para que a população tome consciência dos malefícios causados pela aquisição de produtos falsificados. O combate à pirataria e ao comércio ilegal é uma das premissas da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul - FCDL-RS, que luta para fortalecer o comércio seguro e acabar com a concorrência desleal para as empresas que pagam impostos. Quem adquire um produto de origem duvidosa patrocina o crime, além de alimentar a cadeia do comércio irregular que sobrevive sob a base da sonegação.

 

- Nós buscamos usar a força e a representatividade da FCDL-RS para evitar que o comércio legal continue sendo prejudicado. É preciso que todos se unam e combatam a pirataria e o comércio ilegal, práticas que resultam em concorrência desleal com aqueles que pagam impostos, geram empregos e movem a economia do Rio Grande do Sul e do Brasil – destaca o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

 

Para o dirigente, a legalidade é o único caminho possível para o país desenvolver-se de forma sustentável. Basta ver que, de acordo com o levantamento do Fórum Nacional contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), as perdas nos 15 principais setores produtivos em 2017 somaram mais R$ 146 bilhões, com o segmento de confecções liderando o mercado ilegal com R$ 35 bilhões, seguido de cigarros com R$ 12 bilhões e óculos com R$ 7 bilhões.

 

- Isso contribui para que as empresas estabelecidas e que exercem as atividades dentro das normas fechem as portas por conta da alta concorrência desleal. Os lojistas que cumprem suas obrigações legais, gerando impostos, postos de trabalho e massa salarial, não podem ficar à mercê deste tipo de ação – ressalta Vitor Augusto Koch.

 

Uma parcela expressiva da população, ao responder pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) que aponta o comportamento dos brasileiros em relação ao consumo sustentável, disse não ver problema em comprar produtos falsificados. Na avaliação do presidente da FCDL-RS isso mostra que é preciso, cada vez mais, ampliar o combate à pirataria.

 

- Importante lembrar que quem compra um produto pirata não pode reclamar caso o artigo adquirido tenha algum tipo de defeito. A FCDL-RS é totalmente contra essa prática, pois ela acaba inibindo a regularização de negócios e a geração de emprego e renda – enfatiza Vitor Augusto Koch.

 

Além da discussão sobre qualidade ou constrangimento do consumidor, a compra e venda de produtos não originais envolve problemas e debates ainda maiores. O comércio de itens falsificados definitivamente representa um prejuízo para a economia do país e graves riscos para a saúde e o meio ambiente, uma vez que os produtos não passam pelas restrições do controle de qualidade impostas ao mercado legal da indústria. Frequentemente a fabricação de falsificados está inserida em um contexto de exploração da mão de obra, com baixíssimas remunerações e péssimas condições de trabalho.

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