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Conexões de Negócios reuniu dirigentes do varejo para análise do momento do RS e do Brasil

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Presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, participou do debate promovido pelo Jornal do Comércio e que tratou da situação econômica e política do Estado e do País

 

O presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, participou, na terça-feira (25/09), em Porto Alegre, do debate Conexões de Negócios, promovido pelo Jornal do Comércio. O evento integrou a programação alusiva aos 85 anos do JC, celebrados no dia 25 de maio de 2018. Participaram do painel, ainda, o presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse, e o vice-presidente da Federasul, Sebastião Ventura.

 

Os dirigentes defenderam o surgimento de uma agenda comum a ser debatida com os próximos governantes do Rio Grande do Sul e do Brasil, possibilitando que a classe empresarial esteja permanentemente representada nas pautas econômicas e políticas, independente de quem for eleito.

 

Vitor Augusto Koch destacou que o Estado e o País vivem um dos momentos mais difíceis da história e que é preciso a união de todos para entender os problemas, a fim de realmente resolvê-los.

 

- Observamos uma equação difícil de ser resolvida no Estado. De 2002 a 2016, o Brasil gerou 60,2% de novas empresas, enquanto o Rio Grande do Sul gerou 40,4%. Isso também repercute na geração de empregos, praticamente nos mesmos patamares. Então, estamos piores do que a média do País - se tivéssemos acompanhado o restante do Brasil, teríamos hoje 42,5 mil novas empresas funcionando em nosso Estado. Isso geraria uma renda de ICMS de aproximadamente R$ 3,8 bilhões, que é a metade do déficit que vai ser apresentado em 2018 (de R$ 6,8 bilhões) – enfatizou o presidente da FCDL-RS.

 

O dirigente lembrou, também, que a carga tributária é muito alta, o custo no Rio Grande do Sul é muito alto, e isso retira competitividade.

 

- As alíquotas de ICMS aqui foram majoradas em 2016. Primeiro a alíquota básica subiu de 17% para 18%, enquanto outras subiram até cinco pontos percentuais. Então, o custo de fabricação, com o empresário tendo que pagar 30% sobre energia elétrica e combustível, inviabiliza produzir no Rio Grande do Sul. Precisamos desonerar as alíquotas de impostos, ver o que os outros estados fizeram para atrair os investidores, lembrar que estamos em uma localização geográfica que não nos dá vantagem – falou Vitor Augusto Koch.

 

Por fim, ao enumerar os principais empecilhos para o Brasil, como a insegurança pública (que, do ponto de vista macro, abala o comércio, o turismo e afasta investidores), os dirigentes prometeram buscar representação em âmbito federal para que o Congresso volte os olhos para o Rio Grande do Sul, em diversos aspectos.

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